sexta-feira, abril 30, 2010

A verdadeira "Instituição" têm apoio governamental...

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Não restam já dúvidas:
Mariano Gago disse hoje, numa Conferência, que
"a pirataria sempre foi uma fonte de progresso e globalização".
Contra o desmentido do ministro mostramos o vídeo que desmente ... o desmentido.
Artigo ver + +

quarta-feira, abril 28, 2010

Salvé, ó 36 anos de mentiras!!!

A falência da Grécia provocará um aumento drástico dos juros que Portugal terá de pagar aos Bancos internacionais.
Os Bancos especularam com a Grécia para ganharem à sua custa.
As aves de rapina já rondam sobre Portugal, Irlanda e Espanha, tendo estes países de pagar já maior taxa de juros no mercado bancário internacional.
Já se preparam para tornar Portugal a próxima vítima.
O sistema bancário é um sistema corrupto e os Estados tornam-se corruptos ao apoiarem-no tão disfarçadamente.
Os Governos apoiam o sistema corrupto e são parte da corrupção.
Delegaram o poder monetário nos bancos privados para depois lhes pedirem dinheiro.
Um sistema que só poderá ter um mau fim.
(António da Cunha Duarte Justo)

segunda-feira, abril 26, 2010

sábado, abril 24, 2010

Herman... e as "moscas"...

Não acertam...
Na "ressureição" de Herman (como humorista), escolheram para o seu novo programa, um "habitué" nesta quadra festivaleira: o moçambicano da golpada de Abril.
Não vai ser por este caminho... que voltará à ribalta, aquele que foi um dos melhores humoristas nacionais.
Paz à sua alma (humorística).

quinta-feira, abril 22, 2010

Não esquecer 23 de Abril de 1971


Ataque Pirata ao navio "Angoche"
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Quem foram/são os criminosos???
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-Alguns ainda estão no meio de nós!!!
-Outros terão sido governantes???
-Quantos estarão a receber chorudas pensões???
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Uma versão:
ÓSCAR CARDOSO- CRIADOR DOS FLECHAS.....

"Ingressei em miúdo na Mocidade Portuguesa, quando tive de ingressar.
Fi-lo, curiosamente, quando estudava no Colégio Moderno, do Dr. João Soares.
Mais tarde entrei para a Legião Portuguesa e frequentei o Instituto Superior de Estudos Ultramarinos.
Interrompi o curso para fazer o serviço militar na Índia.
Depois fui para a Guarda Nacional Republicana até que, em 1965, entrei para a PIDE. Na estrutura da PIDE, Barbieri Cardoso era inspector superior.
Mas depois apareceu São José Lopes, um homem com grande influência em Angola, e era necessário dar-lhe outra situação para compensar o bom serviço que tinha feito. Então, nomearam-no inspector superior do Ultramar.
Entretanto, havia na PIDE um indivíduo muito mais antigo do que o Dr. São José Lopes, o inspector Coelho Dias, que era subdirector, e que também queria ser inspector superior.
Criaram-se assim os lugares de subdirector-geral para Barbieri Cardoso, de inspector superior do Ultramar para São José Lopes e de inspector superior do Continente para Coelho Dias. Havia uma divisão de tarefas entre os três.
A PIDE tinha muito boas relações com todas as polícias e serviços secretos do seu género na Europa e no mundo.
É conhecida a ligação de Barbieri Cardoso aos serviços secretos franceses, dirigidos pelo conde Alexandre de Marenches.
Mas dávamo-nos bem com todas as polícias congéneres e também com os americanos da Central Intelligence Agency (CIA).
Operávamos muito em África, através de informadores, sobretudo nos países vizinhos de Angola, Moçambique e Guiné. Por exemplo, havia informadores na Tanzânia em ligação a Oscar Kambona, o chefe da oposição a Julius Nyerere. Mas o controlo era feito através de Lisboa, pela secção central na António Maria Cardoso, chefiada por Álvaro Pereira de Carvalho.
Tínhamos de facto bons informadores em África, onde os nossos serviços faziam um trabalho sobretudo de intelligence, em colaboração estreita com os militares.
Foi precisamente através da nossa rede na Tanzânia que soubemos o que se tinha passado com o navio Angoche.
O navio Angoche levava material para a nossa Força Aérea, material sofisticado, essencialmente material explosivo, bombas para os aviões, etc., e creio que ia para Porto Amélia.
Soubemos que o Angoche foi abordado em 23 de Abril de 1971 por um submarino da União Soviética e que os seus tripulantes foram levados para a Tanzânia, para a base central da Frelimo, Nachingwea.
Foi uma operação executada por soviéticos, o que nos foi possível confirmar pelas análises que fizemos dos vestígios encontrados no barco.
A primeira pessoa que fez a investigação a bordo do Angoche foi o inspector Casimiro Monteiro. Verificou que as armas não estavam lá.
A tripulação foi levada para Nachingwea e depois, penso eu, terá sido aniquilada. Penso que iam no Angoche à volta de vinte e três pessoas.
Mais de metade eram africanos, de Moçambique, e os outros europeus.
O navio não era de passageiros mas levava um passageiro a bordo, a quem se deu uma boleia, o que era estranho.
Houve uma outra coisa curiosa: a mudança, à última hora, do radiotelegrafista. O radiotelegrafista que era para ir resolveu não ir.
Pode ter sido uma mera coincidência, mas é curioso que assim tenha sido.
Na nossa opinião, tratou-se de uma operação soviética, feita em colaboração com o Partido Comunista Português.
Fala-se que houve oficiais da Marinha, hoje oficiais generais, que estariam envolvidos nisso.
Houve também o estranho caso de uma rapariga que foi "suicidada" na cidade da Beira e que estava ligada aos meios esquerdistas da Marinha portuguesa.
Esta versão dos factos constou dos nossos relatórios na altura.
Tínhamos um relatório secreto sobre o Angoche que desapareceu da sede da DGS, na Rua António Maria Cardoso, depois do 25 de Abril.
Foi um dos processos que desapareceram. O caso estava a ser investigado....
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Bruno Oliveira Santos, Histórias secretas da PIDE/DGS (p. 401-402)
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NOTA:A última notícia relacionada com o navio "Angoche" tive-a de Fernando Taborda, o último administrador português de Quionga:
"Saiba o povo português que, em Março de 1974, foi descoberta, na foz do Rovuma, uma baleeira do navio "Angoche", com insígnias começadas por NA confirmada pelo cabo de mar de Palma e que, sobre ela, nunca me foi dada resposta à circular que mandei para a Capitania de Porto Amélia.
"In Quionga, meu amor
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UMA ACHEGA:NAVIO “ANGOCHE
No dia 23 de Abril de 1971 - faz hoje 35 anos - o navio "Angoche" foi assaltado em alto mar, na costa de Moçambique, quando ia em viagem para o Norte.
Os 22 tripulantes foram levados para a Tanzânia e assassinados em Nachingwea, uma base da Frelimo.
Supõe-se que o assalto tenha sido feito por meios navais soviéticos, talvêz um submarino e foram encontradas manchas de sangue no navio, o que prova que foi usada violência contra os tripulantes.
O jornal "Notícias" de Lourenço Marques foi impedido pela Comissão de Censura de divulgar qualquer informação, o mesmo acontecendo com os jornais de Lisboa.
O jornal "Star" de Joanesburgo, que era vendido na esquina do "Continental", em Lourenço Marques, começou a referir-se ao assunto a partir da última semana desse mês de Abril de 1971. As informações eram poucas e as suposições eram muitas.
"Diz-se", "fala-se", "supõe-se"...
O mesmo acontecia com a Rádio Brazaville e a Rádio RSA de Joanesburgo, que transmitiam em português. Ou com as emissões em inglês da BBC e da Voz da América. Todas escutadas por mim em Onda Curta.
Nunca ouvi a Rádio Moscovo e a "Voz da Frelimo" (através da Rádio Tanzânia) referirem-se ao assunto em Abril/Maio de 1971, apesar de eu as escutar todos os dias para o efeito.Ainda hoje permanece o mistério sobre o que teria contecido aos tripulantes e a um provável passageiro, que viajavam a bordo do navio "Angoche".
Só 3 dias depois, a 26 de Abril de 1971, o navio foi abordado pelas autoridades coloniais portuguesas, pelo que houve quem se interrogasse em Moçambique se não teria sido tempo demais para dar pela falta de um navio daquele tamanho e com uma carga daquela natureza.
Usou-se o clásico raciocínio do "Motivo, Meios e Oportunidade" para tentar peceber o que se tinha passado:
- Motivo e Oportunidade: a Frelimo e a União Soviética, porque o "Angoche" transportava material de guerra;
- Meios: apenas a União Soviética, porque a Frelimo não tinha meios navais para um assalto em alto-mar.
Por motivos óbvios estratégicos e porque um acto de pirataria contra um navio mercante civil não honra particularmente quem o pratica, a URSS nunca falou no assunto.
Quatro anos depois, com o golpe militar de 25 de Abril em Lisboa, desapareceu o relatório secreto sobre o assunto.
Assim se passaram 35 anos sem que a opinião pública tivesse tido o direito de saber o que se passou.
Haverá pessoas daquele tempo que sabem o que aconteceu ou que tiveram acesso ao relatório.
É tempo de quebrarem o silêncio!
(SW)

quinta-feira, abril 15, 2010

Rir é o melhor... remédio...

- Doutor, sou a esposa do Zé, que sofreu um acidente, como está ele?
- Bem, da cintura para baixo, não teve nenhum arranhão...
- Que alegria! E da cintura para cima?
- Não sei, ainda não trouxeram essa parte!...

domingo, abril 04, 2010

A Moral...

Um coelhinho felpudo, estava a fazer as suas necessidades matinais, quando olha para o lado e vê um enorme urso fazendo exactamente o mesmo.
O urso vira-se para ele e diz:
- Hei, coelhinho, perdes pêlo?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De forma nenhuma, descendo de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou no coelhinho e limpou o cu com ele.
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MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS.
PENSA BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS, ANTES DE RESPONDER.
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No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Olá amigo urso! Com toda essa pinta de bravo, forte e machão, vi - te ontem, a dar o cu a um coelhinho felpudo. Já contei a toda a malta!!!
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MORAL DA MORAL:
PODES SER UM GRANDE SACANA, MAS LEMBRA-TE QUE EXISTE SEMPRE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA DO QUE TU!
O problema de Portugal é que, quem elege os governantes, não é o pessoal que lê os jornais...
mas quem limpa o cu com eles!"

EXÉRCITO SECRETO EUROPEU (?!!!)


Autorizaram a ocupação de Portugal?
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Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA
SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.
Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.
A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE), ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA.

O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.
Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.
Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!
O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação.

Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.
Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA.

Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem.

De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU.

Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.
A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes.

Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.
Graças à EURO GENDFOR encontram-se os governos europeus à vontade.

Desta forma podem ordenar o abrir fogo contra as próprias populações em caso de demonstrações de massas, colocar regiões inteiras sobre quarentena militar e prender os principais cabecilhas, sem ter de chamar militares, ou polícias, da sua própria nação, visto existir o perigo destes se solidarizarem com os revoltosos.
A EURO GENDFOR, por sua vez, graças às suas excepcionais atribuições de direitos civis e militares, não pode ser responsabilizada por ninguém.
Este cenário, que parece incrível, tornou-se agora possível através da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, que não é mais do que a Constituição da UE sob novo título.
http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=1
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Esta noticia deixou-nos particularmente curiosos, tendo alguns dos emmbros ido investigar melhor e eis o que se descobriu acerca desta temática.
Esta força existe mesmo:
http://www.eurogendfor.eu .
Reparem no que está escrito na pagina de introdução:
The
European Gendarmerie Force (EGF) is an initiative of 5 EU Member States - France, Italy, The Netherlands, Portugal and Spain – aimed at improving the crisis management capability in sensitive areas. Since Wednesday, 17th December 2008, the High Level Interdepartmental Committee Meeting (CIMIN) decided to welcome the Romanian Gendarmerie to become a full member of the EGF. Therefore the EGF consists from that moment of 6 member states.“Iniciativa de Portugal?! Porque nunca ouvimos falar disto antes?!
EGF responds to the need to rapidly conduct all the spectrum of civil security actions, either on its own or in parallel with the military intervention, by providing a multinational and effective tool.The EGF will facilitate the handling of crisis that require management by police forces, usually in a critical situation, also taking advantage from the experience already gained in the relevant peace-keeping missions.”
As suas funções são:
- responder à necessidade imediata de conduzir todo o espectro da acções de segurança civil.
Como?
- Sozinhos ou em cooperação cm as forças militares intervenientes.
Reparem que são uma força multinacional, o mail está correcto também nesse ponto.
Based in Vicenza in the “Generale Chinotto” barracks, the EGF HQ is now developing a comprehensive and coherent operational system, which will permit to be ready in case of prompt deployment to crisis areas.”
O quartel general (HQ) está em Vicenza, Italia (confirma) e reforçam a prontidão das forças.
EGF goal is to provide the International Community with a valid and operational instrument for crisis management, first and foremost at disposal of EU, but also of other International Organizations, as NATO, UN and OSCE, and ad hoc coalitions.
Olhem só o objectivo:
Providenciar a Comunidade Internacional com um instrumento valido e operacional para a gestão de crises, à disposição total da EU, mas também para outras Organizações Internacionais, como a Nato, NU e a OSCE e suas coligações.
Mas ainda há mais!
Vejam quem é o Comandante da Força!

Colonel Jorge ESTEVES (Portuguese GNR)
É português?! E nunca passou nas noticias nacionais uma coisa destas?!
Segundo o site ele comanda desde 26/6/2009, cargo que deixará em 2011.
É da GNR! Agora se percebe porque é que escolhem a GNR para ir para manutenção de paz (como Bósnia, Timor, Afeganistão, Iraque, etç.) em vez das tropas mais especializadas.

Estão a treina-los em situações reais.
O homem é de Abrantes, tem 52 anos e veio do Regimento de Cavalaria, vejam o CV do personagem:
As a high-ranking Officer he has been Territorial Group Commander, Head of the 3rd Territorial Brigade Operations and Information’s Office, Head of the 3rd Territorial Brigade Criminal Investigation Office, 3rd Territorial Brigade Chief of Staff and 3rd Territorial Brigade Deputy Commander (2000 – 2007). During 2006 he integrated the Working Group for the Reform of the Portuguese Internal Security System. From 2004 to 2007 he was Assistant Lecturer of Military Sociology at the Military Academy in Lisbon. From July 2007 till June 2009 he has been the European Gendarmerie Force Chief of Staff.
He attended several courses related with Crisis Management Operations among them the United Nations Police Commander Course, the Strategic Planning for European Union Police Mission Course, the European Security and Defence Policy Orientation Course, the NATO Staff Officer Force Planning Course and the NATO Partnership for Peace Staff Officer Course.”
Ora bem vamos lá analisar o que podem fazer!
A nível estratégico:
- Fazer policiamento em operações de gestão de crise, com base nas conclusões dos Conselhos de Santa Maria da Feira e de Nice:
http://www.ena.lu/conclusions_santa_maria_da_feira_european_council_1920_june_2000-02-27325%20target=http://www.ena.lu/conclusions_nice_european_council_7_9_december_2000-02-17960
- Quem pode usar esta Força?
EU, NU, OSCE, NATO, outras e coligações.
- Quem ordena?
A Estrutura de Comando é a CIMIN (Comité InterMiistériel de haut Niveau) composta pelos representantes dos responsáveis pelos Ministérios de cada Pais, que assegura coordenação político-militar, nomeia o Comandante da Força e provisiona-lhe directivas e orientações para o emprego.
Qual a estrutura da Força?
E a nível táctico?
- A Força pode ser posta sob o comando quer tanto de autoridades militares como de civis, por forma a assegurar a segurança publica, ordem publica e o funcionamento pleno das tarefas judiciais. (Entrega de alimentos, cuidados médicos não interessa!)
- Não é uma força permanente (é só para repor a ordem… a ordem deles, é uma Força de Intervenção).
- A força é formada num máximo de 800 oficiais de policia, em menos de 30 dias. Para quem ainda não perceba como é que funciona, explicamos, existe um HQ permanente em Itália e quando necessitam formam uma força e essa é enviada para a crise, depois de fazer o que tem a fazer esta força é desmantelada.
Mas afinal o que é que eles tem a fazer?
– Missões gerais de segurança publica;

- Missões de manutenção da ordem publica;

- Combate ao crime;

- Investigação criminal (detecção, recolha, analise de informação);

- Processamento, protecção e assistência de indivíduos;

- Controlo de tráfego;

- Desactivação de explosivos;

- Combate ao terrorismo e crimes maiores e outros especializados;

- Armazenamento, gestão, recuperação e evacuação de equipamentos, transportes, e ajuda medica (não se deixem enganar por este último ponto, pois reparem que não existe distribuição nem de propriamente a ajuda, apenas a organizam);

- Monitorizar e aconselhar a policia local no seu trabalho do dia-a-dia;

- Vigilância do publico;

- Policiamento das fronteiras;- Serviços secretos;

- Protecção de pessoas e propriedades (esta até é cómica! Vamos ver quem são essas pessoas e propriedades…);

- Treino de oficiais de policia e de instrutores.
Por fim vamos aos símbolos, este é o logótipo da força em questão:
- O mote “Lex Paciferat” (A Lei trará a Paz);

- A espada como cruz invertida;

- O louro maçónico;

- A granada a rebentar (parece uma planta, mas é uma granada e as chamas a sair dela) – Pacifistas, vê-se...…
Sendo tudo isto tão interessante porque não passou nos média nacionais e europeus?