quinta-feira, julho 29, 2010

O "Freeport" nunca existiu - eis a grande "verdade"!!!


O "Freeport"... nunca existiu.

Eu sabia que era tudo imaginação dos senhores jornalistas que não têm mais nada para escrever.

Eu sabia que o jornalismo mentiroso estava a ir longe de mais com tal invenção.

O "Freeport..." nunca existiu.

E não existiu... graças ao sr. Pinto Monteiro e à Dona Cândida.

Bem hajam (os dois...) por terem acabado com mais esta imaginação travestida!!!

sábado, julho 24, 2010

Carta ao Senhor Presidente de Portugal

«Senhor Presidente de Portugal,
foi com muita satisfação que lhe observei em Benguela a dizer que “Em Angola se sentia em casa”, então lhe resolvi escrever porque uma pessoa como o Senhor Presidente que gosta assim tanto da minha terra, merece que lhe faça sentir mais em casa ainda e como também disse que se sente entre amigos e eu concordo, porque em Benguela todos são amigos dos portugueses, menos os que não são e esses mesmo não contam e queria só lhe propor um pequeno bizeniss e todos ficávamos ainda mais em casa e o biseniss era que podíamos trocar de casa e o Senhor Presidente vinha viver na minha casa, aí se sentia ainda mais em casa e eu ia viver na sua casa mesmo lá em Lisboa, não no Palácio que eu sei muito bem que aí eu tinha de ser Presidente, mas mesmo na sua casa, aquela que fica mesmo onde morava o cota Chipilica e de certeza que não ia ficar chateado quando descobrisse que não tinha mesmo água canalizada, e a Dona tinha de ir carregar no camião, e também não tem luz, porque está sempre a faltar mas como o Senhor Presidente tem tumbu pode pagar mesmo a gasosa para os gerador, e esgoto não tem problema é mesmo para essa vala na rua, mas pode confiar que são todos amigos porque todos estão assim mesmo com esse problema, todos todos não porque na cidade alta em Luanda não tem mais, mas o piple aqui vive mesmo assim, e dizem aí os cabeças que mais de dez milhões de pessoas aqui na banda vivem mesmo assim, então o Senhor Presidente vai mesmo sentir-se em casa é só trocar com a minha.

Agradecendo então,

Anastácio António Tchipipa»
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(Orlando Castro em http://www.altohama.blogspot.com/)

quarta-feira, julho 21, 2010

Quem diz que os amigos não são para as "ocasiões"?!!!

Pinto Monteiro mandou destruir as últimas referências que existiam sobre as escutas telefónicas a José Sócrates realizadas no processo Face Oculta.
Antes da destruição, o procurador-geral da República alterou os seus despachos originais, copiando o seu conteúdo para novos despachos, mas sem as referências às conversas entre Sócrates e Armando Vara interceptadas pela Polícia Judiciária.
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Eu não tenho dúvidas: presentemente, vivemos SOB um corporativismo-socialista da mais refinada pulhice que existe à face da terra.
Ao pé de nós, o Zimbabwé é um paraíso...
"Esta" gente (ou gente desta...) que nos domina em todos os sectores da vida nacional -incluindo a "justiça"-, estão acima (e em cima) de qualquer LEI!!!
Até quando?!!!

CONTINUEMOS LÚCIDOS...!!!!!

Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me.
Eis parte do enigma.
Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
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A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica.
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A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
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A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.
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A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
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A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiència governativa.
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A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
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A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"...
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A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
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A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
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A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
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A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
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A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
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A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
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A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
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A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).
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A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
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A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.
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A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
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A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
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A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
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A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares.
Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
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A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
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A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
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A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
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A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
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A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
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A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na Fundação Mário Soares.
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A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
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A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.
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A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
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A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
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A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
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A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.
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A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
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A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
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A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
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No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares?
Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai.... e não volta mais.
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Clara Ferreira Alves
(In Heróis do Mar) - o bold é meu

sexta-feira, julho 16, 2010

Arrastões nas prais da linha do Estoril- UMA VERDADE!!!

A GRANDE VERGONHA!
AQUI O CRIME TEM SIDO BRANQUEADO!!!

Não há segurança para os banhistas, mas...
Para acompanhar a manifestação do PNR foram mobilizados quantidades industriais de polícias.
Houve um desmesurado aparato policial pois, como habitualmente, os mandantes políticos da Polícia parecem ter no PNR, que não nos criminosos, a sua principal preocupação;
- Sentiu-se inequivocamente o medo e o receio de assumir publicamente o apoio à iniciativa do PNR quando baixinho, isoladamente ou em surdina o faziam;

segunda-feira, julho 12, 2010

"Falência" do Millennium BCP (?)...

"Eles" (os entendidos) dizem que não...
que é mentira...
e até vão apresentar queixa (ao Tóta?)...
querem apurar quem são os malandros desses mentirosos...
mas...
o Zé (o povinho, claro) que para estúpido só lhe faltam as penas...
sabe perfeitamente que...
não há fumo sem fogo!!!

domingo, julho 04, 2010

«Mulheres da minha vida»

É um programa do Manuel Luís Goucha, aos domingos, na TVI.
Hoje a mulher era a... Zita Seabra.
Dissidente do PCP.
Actual militante do... PSD.
"Vamos ser confrontados com a verdade...
Os Medinas Carreiras deste país têm razão..."
-foi dizendo, com um tique (nervoso?) de riso intervalado...
Uma pena, para os portugueses -verdadeiros- que esta entrevista, feita hoje, "a uma das mulheres da vida do Goucha," não tivesse sido feita em... 1974!!!